As novas tecnologias e o comportamento do consumidor digital

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Durante as décadas a forma e a velocidade que a informação, conhecimento e troca de experiência entre diversos públicos vem se modificando de uma forma rápida e profunda na vida das pessoas, principalmente quando estamos falando do deslocamento humano por longa distância que foi incrivelmente facilitado. Assim, afirmando que as transformações sociais, culturais e econômicas que penetram e difundem-se em todos os campos da humanidade, primordialmente, vem da revolução da propagação e o uso das novas tecnologias de informações pelos indivíduos.

A internet tem sido representada como uma das maiores mudanças no hábito e cultura das pessoas, assim, cada geração lida com esta evolução de uma maneira diferente, passando da convergência do analógico para o digital. Todas essas variações alteram a forma que os usuários consomem, criando características bem específicas para este público.

Nos dias de hoje, o que define muito bem o novo comportamento do consumidor brasileiro é o engajamento no ambiente digital, pois este é o resultado de um amadurecimento do internauta que agora é curioso e busca muita informação, fazendo-se necessário uma maior produção de conteúdo, resultando na cocriação e na retenção share of attention.

Temos esta evolução durante o tempo na busca da informação, como a geração Baby Boomers e X, onde era um pouco mais lentas a maneira que consumiam a propaganda, então todo estímulo era feito a partir de mensagens e de outro canal muito importante até aquele momento, os vendedores, que supostamente deveriam conhecer muito bem o produto que está sendo vendido para convencê-lo daquela mensagem passada anteriormente.

Já a geração Y, nascidos dos anos 90, a tecnologia foi se desenvolvendo cada dia mais, entre elas, computadores, a internet e o telefone celular. Sendo assim novas mídias de consumo trazendo infinitas possibilidades de impacto, sendo um consumidor mais ativo nas novas práticas. A partir da geração Z que já nasceu na era dos “hiper-conectados”, em que tudo está desenvolvido e apenas aperfeiçoando, possibilitou o desenvolvimento da independência, procurando resposta rápida, de fácil acesso, assim, se tornando uma geração mais crítica, possuindo ferramentas para questionar, desafiar e debater.

Para isso é muito importante às organizações estarem preparadas e habilitadas em entender os novos hábitos de mídia e de experiência do consumidor em suas plataformas e conteúdos. Hoje, esta audiência espera que a marca converse de uma forma mais personalizada, oferecendo relevância, informação, preocupando-se com suas necessidades, seja para solucionar um problema, esclarecer uma dúvida ou agradecer a um elogio.

Conhecer o perfil do consumidor não é muito fácil, saber quem é quem, de que forma se comporta na interação com as pessoas nas redes sociais (Perfis tecnográficos) e até mesmo determinar os perfis digigráficos, ou seja, clusterizar o consumidor conforme seu comportamento, entendendo como reage a diferentes estímulos pode ser o fator decisivo de fracasso ou sucesso nesses meios.

POR: @vine_bsantos | Inicialmente escrito para o Papos na Rede

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